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segunda-feira, 23 de junho de 2008

Acrescento a ligação a Memória, onde se podem encontrar algumas obras , em português, de diversas áreas.

http://purl.pt/401/1/index.html

sexta-feira, 28 de março de 2008

Capa de O Culto do Chá



Capa do livro, nada fácil de encontrar, e fotografia do escritor Wenceslau de Moraes.

O tem um grande número de ilustrações, pequenos desenhos, que tornam a leitura mais agradável.

domingo, 25 de novembro de 2007

A Confissão de Lúcio


"A Confissão de Lúcio", obra de Mário de Sá Carneiro, é pouco clara no seu objecto - assumindo que há um objecto. Podemos encontrar o desequilíbrio e descontrolo - principalmente de Lúcio. Ou a dificuldade de comunicação e a impossibilidade de transmissão directa da experiência cognitiva. Encontramos ainda alguma caricatura da arte e do meio artístico, não sei se intencional, mas presente na ambiência parisiense. Encontramos tudo isto mantendo-nos sempre perdidos e desorientados.

Esta obra não-linear acaba por não oferecer uma leitura agradável, oferece a mesma sensação de ter uma longa conversa com um louco. No entanto o tema e a abordagem não são perdas de tempo, ao ler o livro várias vezes me ocorreram imagens do filme Mulholland Drive, a linguagem do cinema parece muito mais apta para expressar aquilo que até podia fascinar Mário de Sá Carneiro mas que não chega ao leitor por via da escrita.

Excertos no Instituto Camões

quarta-feira, 3 de outubro de 2007


Uma nova entrada no Mapa do Verão de São Martinho, a Carreira da Índia.

Para quem gosta de literatura de viagem e descobrimentos. Os portugueses em geral.

sábado, 22 de setembro de 2007

Notas do Tradutor

Camilo Castelo Branco fez uma tradução de "A Formosa Lusitânia" de Lady Jackson. Deste livro ficam na memória os comentários do tradutor: vigorosos e adequados nas suas considerações. Demonstra um grande conhecimento de todos os assuntos e castiga a mediocridade do rigor inglês nas considerações sobre o país.

Dou alguns exemplos dessas notas, não os melhores, apenas aqueles que me parecem mais próprios para as minhas experiências deste dia.

114 Parece-me ser este o plebeísmo português correspondente ao knocked up. Segundo o Thesaurus of english words and phrases, de Roget, knocked up tem a seguinte sinonímia fatigued, tired, sinking, prostrate, etc. Talvez mais ao sabor plebeu, se pudesse dizer «derreadas»; porém, é quase inverosímil uma inglesa derreada - elas, que se interiçam na hirta inflexibilidade do osso sem articulação, sem costura, inconsútil. «Estafadas» pois é o melhor, acho eu.

156 Esta senhora houve-se generosamente com a princesa do Mondego. Não é esse o costume dos hóspedes ingleses, Richard Twiss, que esteve em Coimbra em 1773, homem de letras, escreveu um enorme livro acerca de Portugal e Espanha, dedicando a Coimbra as cinco seguintes linhas: «Coimbra é uma universidade situada num monte, perto do rio Mondego, sobre o qual corre uma ponte muito comprida e baixa, com muitos arcos grandes e pequenos. residem aqui cinco famílias inglesas, uma das quais pertence a um médico. Esta cidade é celebrada pelos seus curiosos copos e caixas de corno polido.»
E nada mais diz o admirador do polido corno.



domingo, 9 de setembro de 2007

C.C.B.

Ao homem desamparado não se lhe podem pedir contas do pacto social, porque a sociedade não quis aliança com ele quando o desamparou. Ao homem do trabalho, que subsiste do seu salário, se lhe tiram a enxada da mão, concedem-lhe o direito tácito de se revoltar contra alguém que o alimente. (...)

Este nosso Portugal é um país em que nem pode ser-se salteador de fama, de estrondo, de feroz sublimidade! Tudo aqui é pequeno: nem os ladrões chegam à craveira dos ladrões dos outros países.

Citações de Camilo Castelo Branco em Vida do José do Telhado.

Nestas passagens encontro dois elementos de relevo. Um é a da justificação da pobreza extrema para o saque. É de realçar no entanto que tal argumento só se aproveita quando a palavra pobreza vem acompanhada da palavra extrema, coisa cada vez mais rara no nosso país e continente.

Na segunda passagem algo mais frequente, a tentativa de enfiar na máquina e a 90º o nosso povo de algodão. O comentário, directamente do século XIX, mostra que não só temos o hábito de encolher em pouca água a ferver, como que o tamanho já era o "XS". Serve de exemplo para aqueles que acreditam que umas poucas décadas do século XX moldaram as mentes dos portugueses. Não, esse espírito já vem de outros tempos.

sábado, 8 de setembro de 2007

sexta-feira, 31 de agosto de 2007


Sentado aqui eis que modelo homens
À minha imagem,
Um género que me seja comparável,
Para sofrer e chorar,
Para gozar e jubilar,
Para te não venerar,
Como eu!

Prometeu (Goethe), em A Origem da Tragédia (Nietzsche)


terça-feira, 21 de agosto de 2007

(...) Alguém poderá dizer: "Não te envergonhas, Sócrates, de teres levado uma vida como essa que todos nós conhecemos, e que hoje te conduziu ao risco de pena de morte?". A esse eu replicaria justamente: "Enganas-te, amigo, se julgas que um homem com algum mérito, por fraco que seja, deve ter em conta o risco de viver ou de morrer, em vez de ter unicamente na ideia quando actua, se o que faz é justo ou injusto, se é digno de um homem de bem, ou de um malvado. Na tua opinião, seriam desprezíveis todos os semideuses que morreram em Tróia, incuindo o filho de Tétis, que, para fugir à desonra, de tal modo despresou o perigo que, sua mãe (e era uma deusa!) vendo-o impaciente por matar Heitor lhe diz mais ou menos isto: "Meu filho, se vingares a morte de Patrocolo, derramando o sangue de Heitor, tu morrerás também, porque, morto Heitor, a morte está no teu destino". - Ele, não obstante o aviso, receando muito mais uma vida de covardia, sem ter vingado o amigo, desafiou a morte: "Que eu morra imediatamente - exclamou - depois de ter punido o malfeitor, e não fique exposto ao escárnio, inútil carga de terra junto às curvas naus."

Platão, Apologia de Sócrates

domingo, 19 de agosto de 2007

Haruki Murakami

Enquanto procurava nos marcadores do firefox por uma página passo por www.randomhouse.com
e noto que tal sítio nada me diz. Segue-se o clic e lá estou a ver que a página é de um escritor japonês, Haruki Murakami. Vi que obras tinha, encontrei algumas na FNAC e até ponderei comprar. Volto à página do escritor, dou umas voltas e lá encontro as habituais citações de imprensa americana, Los Angeles Times, The New Tork Observer, ... Ter a imprensa americana a falar de nós não é bom, mas à partida não é terrível.

Estão por lá umas trocas de mail devido às traduções deste escritor nos EUA. Segundo o tradutor partes dos livros de Murakami seriam alteradas, ou melhor, seria dada a sugestão para serem alteradas. É assim que por lá entendem o trabalho do editor, trabalho que o tradutor diz ter desempenhado de forma caridosamente gratuita (estes americanos são uns simpáticos).
Tendo em conta que a tradução portuguesa decididamente terá como alicerce a americana surge um telhado de apreensão.

Falta ver quais as influências do escritor. Raymond Chandler, Kurt Vonnegut, Richard Brautigan. Todos americanos, nenhum que me interesse. Murakami decidiu ainda traduzir obras de F. Scott Fitzgerald, Truman Capote, Jonh Irving e Raymond Carver. Não li trabalhos de todos, apenas tive a infelicidade de ler um ou outro.


Não vou ler nada deste japaricano. No entanto, no decorrer das buscas pela página da FNAC sempre encontrei dois trabalhos de Moraes. Só falta que a página funcione.

sábado, 18 de agosto de 2007

No livro de que tenho vindo a falar encontrei esta página:

http://www.clausewitz.com/CWZHOME/

É uma página escrita em inglês, com bastante informação sobre o Prussiano.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Estratégias infalíveis (parte 1 de 2)

Continuando a seguir Clausewitz podemos encontrar alguém que no princípio do séc. XIX já alertava para alguns problemas que aparentemente se agravaram nos dias de hoje em campos do conhecimento além da estratégia. As seguintes citações encontram-se nas páginas 126 e 127
do livro Estratégia o Grande Debate:

"A teoria não consegue apetrechar o intelecto com fórmulas para resolver os problemas..."

"Somente a parte analítica destas tentativas de teoria constitui um progresso no domínio da verdade; a sua parte sintética, que inclui prescrições e regras, é completamente inutilizável. Elas visam grandezas certas quando tudo na guerra é incerto e todos os álculos se fazem com grandezas variáveis. Elas só consideram grandezas materiais, enquanto que o acto da guerra é todo ele compreendido de forças e de efeitos espirituais e morais. Apenas têm em conta a actividade de um só campo enquanto que a guerra repoussa numa acção incessante que os dois campos exercem um sobre o outro."


Aquilo que encontramos não é um relativismo ou tentativa de redução do valor das teorias, apenas se pretende destacar os limites do nosso conhecimento e os perigos de tentar resolver problemas complexos como o da guerra com receitas simples, repetíveis e infalíveis. Esta ideia de prudência, de consiência das limitações das teorias, é aplicável a campos como o da Economia - possivelmente aquele que tem sido mais tentado seguir o caminho que devemos evitar. Mas com o monismo metodológico que podemos considerar que enfrentamos não é de todo surpreendente que tal se verifique. É no entanto extraordinário que a ideia de solução infalível não se desgaste, após o inevitável fracasso apenas se muda a solução infalível - não a ideia de infalibilidade.

domingo, 8 de julho de 2007

A maravilha do mundo

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.

O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêm em tudo o que lá não está,
A memória das naus.

O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.

Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso, porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.

Pelo Tejo vai-se para o mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.

O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.

Alberto Caeiro
, 07/03/1914; Athena, nº 4, Janeiro de 1925

retirado em http://www.astormentas.com/

segunda-feira, 19 de março de 2007

Capítulo XVIII, Séc. XXI

Maquiavel deu ao capítulo XVIII de "O Príncipe" o título "Guardemos-nos de ser odiados e desprezados" (de contemptu et odio fugiendo). Nele encontraremos esta passagem bastante actual:

O reino da França é dos mais bem ordenados e governados de que se tem conhecimento no nosso tempo. Nele se encontram inúmeras e boas instituições, das quais dependem a liberdade e a segurança do rei. A primeira é o parlamento e a sua autoridade, pois aquele que estabeleceu a forma de governo deste reino, conhecedor da ambição e da presunção dos mais importantes e achando que precisavam de qualquer espécie de freio para os sofrear, e conhecendo também o ódio, baseado no medo, que a maiora tem pelos grandes, e desejando tranquillizá-la, achouque convinha poupar ao rei o rancor que inspiraria aos grandes senhores, ao aliviar o fardo da arraia miúda, ou esta, ao favorecer os gentis homens. Por isso constituiu um terceiro juiz, que, sem que o rei crie inimigos, castiga os grandes e favorece os pequenos. Esta instituição não poderia ser melhor, nem mais sensata, nem proporcionar maior segurança ao rei e ao reino. Daqui se pode tirar uma boa advertência: os príncipes devem confiar a outros os papéis que concitam rancores e tomar para si os que atraem o reconhecimento. Repito, outra vez ainda, que o príncipe deve prestar atenção aos mais importantes, mas sem se fazer diar pelo povo.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Uma frase verdadeiramente memorável

Coisa notável, demonstrada pela observação: o amor grandioso é tanto mais profundo e tanto mais voraz quanto ais pequeno local de onde se escreve! Nada que se compare em majestade aos rasgos de pena de Ovar, de Espinho ou de Estarreja se nos conta que ali chegou o polícia 34 para fiscalizar a decência da praia, que choveu na véspera, ou que por delibareção camarária se está pintando o candeeiro da Rua Nova, em frente da caixo do correio!
Decididamente - e é trist ponderá-lo - a literatura é tanto mais pomposa quanto mais provincial.
De uma pequena praia de banhos escrevem ainda hoje uma das folhas da manhã:
"Esta ténue fímbia de areia osculada pelo Atlântico está sobrepujando e fazendo rosto em competimentos de garradice às praias de maior tomo. Grande é o número de cavalheiros que ora veraneiam nesta estância balnear."

E um outro escreve acerca da morte de uma jovem senhora da sua localidade:
"Dramas cruelíssimos da vida real! Reclama a tousa do sepulcro as heras e os goivos que têm de cobrir aquela que a morte arrebata no vicejar dos anos e em que florescem as singelas virtudes que no lar remansoso dulcificama travor acerbíssimo da existência!"

No jornalismo da capital dizem-se as coisas terra a terra, muito mais simplesmente. Assim, no dia em que parti de Lisboa, um necrologista resumia todo o elogio do seu morto na seguinte frase verdadeiramente memorável:

"Nele corriam todas as virtudes cívicas e domésticas e vice-versa!"

(Em "As Farpas" de Ramalho Ortigão)


Realmente, uma frase memorável.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Andar em círculos

Nas considerações sobre os EUA do Planisfério Pessoal surge o assunto das várias mudanças de casa, cidade, estado, que um americano faz ao longo da sua vida. Simultaneamente o cenário americano é caracterizado pela igualdade, o espaço parece homogénio, muda-se de cidade e não se nota a diferença. Cidades iguais, com as mesmas lojas, os mesmo restaurantes, os mesmo cafés, até as mesmas casas. Segundo o texto 75% das vivendas americanas segue o mesmo modelo, um americano pode mudar de casa e passar para outra exactamente igual - só tem de se adaptar ao novo número da porta.
Num país onde se fala a mesma língua e onde tudo é idêntico as viagens e mudanças de casa são uma caricatura, Mudamos de sítio e sem que grande coisa se altere. Como a descrição da américa também não é muito favorável no que toca às relações humanas, a viagem torna-se ainda mais fácil, até os amigos parecem padronizados.

É difícil considerar o país como a terra da igualdade, é antes a terra da não-diferença. É a irona da terra do capitalismo ter um nível de padronização só comparável ao dos Estados comunistas.

You can paint it any color, so long as it's black ainda é o melhor lema sobre a liberdade de escolha no capitalismo mais aguerrido.


Sobre o Planisfério Pessoal

Ao fim de alguma espera lá chegou o meu livro, o Planisfério Pessoal. É de leitura rápida, em pouco tempo li um terço do livro, e na maior parte do tempo relata impressões e considerações sobre as pessoas que vão encontrando o jornalista ao longo o caminho. Ainda não passei do continente americano e tudo o que li só reforçou as minhas intenções de manter uma distância segura em relação a esses territórios, um oceano de distância será suficiente.

Nas minhas leituras recentes entretive-me com Wenceslau de Moraes e, quando me dá para meter as mãos nas Farpas, Ramalho Ortigão. Gonçalo Cadilhe ainda não é adversário à altura dessas velhas raposas - a idade cansa a vista e melhora a visão.
Além destas inevitáveis comparações entre quem tem alguma semelhança no assunto sobre o qual escreve, adianto que tal como n'As Farpas o Planisfério Pessoal não transmite a sensação de livro, não está articulado para isso e a inclusão de algumas caixas com uns "à partes" que não podiam desaparecer não ajuda - faz transparecer que se trata de uma compilação, o que de facto é.
Com alguns defeitos o livro parece ser bem sucedido na sua intenção de contar as histórias da história de uma volta ao mundo sem usar o transporte aério. A sua actualidade e apresentação daquilo que não costumamos saber sobre vários países tornam o livro útil e interessante. Muitas vezes o autor tenta transmitir os seus sentimentos enquanto viajante, não é bem sucedido e esse fracasso dá um ar de vulgaridade. Felizmente algumas entrevistas ao escritor facilitaram a exposição desses sentimentos que se revelam bastante interessantes e poderiam enriquecer o texto se tivessem sido representados com outras combinações de letras.

Um bom livro de viagem, original e pessoal. Dentro do género o escritor parece promissor.

domingo, 26 de novembro de 2006

Portuguese Voyages 1498-1663

Portuguese Voyages 1498-1663, Tales from the Great Age of Discovery é uma colecção de textos portugueses do período de 1498-1663 traduzidos para inglês. Estranhamente não consegui encontrar os textos em português, encontrei alguns em francês.
De quaquer forma os textos são livros de viagem e cartas dos navegadores, algo que dá uma dimensão diferente a acontecimentos como a viagem para a Índia de Vasco da Gama ou a chegada ao Brasil. Muitos destes textos não são tidos como verdadeiros por muitos historiadores, pricipalmente estrangeiros, que por vezes tentam denegrir ou minimizar estes acontecimentos. O próprio títulos diz Tales from , como se fossem meros contos. Como determinar a veracidade dos textos é difícil prefiro acreditar que são verídicos e autênticos, até porque fornecem muitas informações por vezes de rigor surpreendente (como é o caso da medição de distâncias). Nota-se nos textos uma capacidade de observação que não tem paralelo nos portugueses de hoje, dá pelo menos para concluir que os problema actual não é genético...

Outro aspecto interessante é a reacção às novas culturas, aparentemente mais natural do que um cidadão da actualidade seria capaz. Quem ler os comentários em relação aos habitantes do Brasil não pode deixar de ficar admirado, já que se reconhecem várias virtudes e méritos a esses habitantes. O eurocentrismo ainda estava à espera do período das luzes.

Este livro, ou outros do género, são recomendados para quem goste de livros de viagens, de aventura ou de história, já que há um pouco de tudo nas suas páginas. Por exemplo, há muito suspense na estadia de Vasco da Gama na Índia.

Planisfério de Cantino (1502?), sendo Cantino o homem que roubou o mapa aos portugueses

Dos textos presentes no Portuguese Voyages 1498-1663 encontrei os seguintes excertos:
Roteiro da Índia
Carta de Pêro Vaz de Caminha a El-Rei Dom Manuel
Peregrinação